PS5 com Linux atinge desempenho quase nativo em jogos da Steam, revela Digital Foundry
- Kodda

- 5 de mai.
- 1 min de leitura
O PlayStation 5 demonstrou um potencial surpreendente ao rodar o sistema operacional Linux. Em testes realizados pelo grupo Digital Foundry, o console da Sony executou títulos da biblioteca Steam, como Black Myth: Wukong e Control, com performance muito próxima à experiência nativa do hardware. O experimento utiliza o projeto desenvolvido por Andy Nguyen, compatível com consoles PS5 que possuem firmware até a versão 4.5.

Essa configuração permite que o Linux acesse o processador Zen 2 de oito núcleos e a GPU RDNA 2 de 36 núcleos do console. Durante os testes com Black Myth: Wukong, o desempenho no Linux atingiu 99,9% da performance nativa do PS5. Ao ativar o modo Boost, as frequências sobem para 3,5 GHz na CPU e 2,23 GHz na GPU, garantindo um ganho adicional de 3%.

Apesar dos resultados positivos, existem limitações técnicas importantes. O PS5 utiliza memória unificada, mas o Linux gerencia o sistema em pools separados, limitando a alocação dinâmica de memória de vídeo a cerca de 6 GB. Isso causou problemas de renderização e engasgos em jogos como Crimson Desert e Pragmata. Além disso, o projeto está restrito a resoluções de 1080p no momento e exige versões de software antigas, o que o torna inviável para o usuário comum, servindo mais como uma prova de conceito do poder bruto do hardware.

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