Ubisoft explica preço de DLCs acima do valor do jogo em Assassin’s Creed Black Flag Resynced
Mesmo sendo uma experiência focada totalmente na campanha para um jogador, Assassin’s Creed Black Flag Resynced chamou a atenção da comunidade de forma negativa logo em seu lançamento. O remake do aclamado jogo de piratas chegou ao mercado cobrando 60 dólares em sua edição padrão, mas o valor total de seus conteúdos adicionais disponíveis logo no primeiro dia atinge a marca de 85 dólares, superando o preço do próprio jogo base. A discrepância gerou forte insatisfação entre os jogadores, forçando a Ubisoft a vir a público para explicar a estratégia de monetização do projeto.

A lista de conteúdos adicionais inclui quatro pacotes de cosméticos que trazem conjuntos de trajes para o protagonista Edward Kenway e skins temáticas para o navio Gralha, batizados de Hellfire, Master Assassin, Sea Serpent e Dragon Storm, custando 10 dólares cada. Além disso, há um pacote de facilitador por mais 5 dólares que revela a localização de itens colecionáveis raros diretamente no mapa. Embora a presença de microtransações e DLCs seja uma prática comum dentro da franquia Assassin's Creed, o volume e o preço cobrado por esses itens de forma simultânea à estreia do título foram os principais estopins para as críticas na comunidade gamer.

Em resposta aos questionamentos e às análises publicadas na plataforma Steam, a Ubisoft argumentou que esses conteúdos são totalmente opcionais e voltados apenas para os usuários que possuem interesse em bônus estéticos. A publicadora assegurou que a edição padrão do remake entrega o conteúdo completo e estruturado do início ao fim, sem que nenhuma parte da campanha ou do mapa tenha sido removida para ser vendida separadamente. Lançado no dia 9 de julho para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X e S, Assassin’s Creed Black Flag Resynced vem registrando notas altas por parte da crítica especializada e mantém uma recepção majoritariamente positiva entre os usuários no PC.





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