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Próximo Xbox (Project Helix) pode chegar ao mercado sem leitor de disco e trazer sistema de licença digital

2 de jul.
2 min de leitura

A próxima geração de consoles da Microsoft, provisoriamente chamada de Project Helix, não deve contar com um leitor de discos físicos de fábrica. A informação foi revelada pelo portal Windows Central através de fontes internas ligadas ao projeto. A mudança acompanha uma tendência de mercado mais ampla, já que rumores apontam que a Sony também planeja encerrar a fabricação e o suporte a mídias físicas para o PlayStation a partir de janeiro de 2028, indicando que o provável PlayStation 6 seguirá o mesmo caminho totalmente digital.


Xbox

Para gerenciar essa transição e não desamparar quem possui jogos físicos, a Microsoft estuda implementar um sistema inédito de digitalização de mídias. A tecnologia permitirá que o jogador insira um disco no console atual e resgate uma licença digital do jogo, que passará a rodar sem a necessidade do suporte físico. No entanto, o sistema terá travas de propriedade: caso o disco seja inserido em outro console, a licença será transferida automaticamente para o novo usuário. Isso significa que não será possível emprestar o jogo para um amigo manter em sua biblioteca simultaneamente. Se o usuário optar por não digitalizar o game, o disco continuará funcionando normalmente nos aparelhos compatíveis, mas vale notar que a retrocompatibilidade com mídias do Xbox original e do Xbox 360 não fará parte desse programa de conversão.


Atualmente, tanto a Microsoft quanto a Sony oferecem opções com ou sem leitores de disco, além de permitirem o uso de drives externos. Embora exista a possibilidade técnica de um leitor externo ser lançado para garantir a retrocompatibilidade no Project Helix, nada foi garantido oficialmente. A Microsoft já prometeu trazer novidades sobre o novo hardware no futuro, mas a divisão Xbox ainda não comentou os rumores sobre o fim das mídias físicas. Com previsões de lançamento para o próximo ano, os novos consoles de ambas as empresas chegam em um cenário de custos elevados na indústria de eletrônicos, o que já levanta debates sobre a viabilidade e o preço de estreia desses aparelhos no mercado global.


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