Valve nega acusações de Nova York e compara loot boxes a figuras colecionáveis
- Kodda

- 12 de mar.
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A Valve se manifestou oficialmente sobre o processo movido pelas autoridades de Nova York, que acusa a empresa de promover apostas ilegais por meio de loot boxes em Counter Strike 2, Team Fortress 2 e Dota 2. A procuradora geral Letitia James argumenta que o sistema funciona como máquinas caça níqueis, explorando a vulnerabilidade de jovens e criando um mercado de apostas paralelo.



Em resposta, a Valve classificou as acusações como infundadas. A empresa defendeu que suas caixas de itens possuem caráter puramente cosmético, não oferecendo nenhuma vantagem competitiva aos jogadores que decidem gastar dinheiro nelas. Para contextualizar, a companhia comparou a mecânica a itens de colecionador tradicionais, citando pacotes de cartas Pokémon, Magic the Gathering e as figuras Labubu, onde a aleatoriedade faz parte da experiência de colecionismo.
Além disso, a Valve criticou duramente as propostas das autoridades. Segundo a desenvolvedora, restringir a transferência de itens entre usuários violaria direitos dos jogadores, e a exigência de coleta massiva de dados para verificação de idade seria desnecessária, dado que a Steam já utiliza métodos de autenticação em seus pagamentos. A empresa afirmou que considerou um acordo, mas concluiu que ceder às demandas prejudicaria tanto a base de usuários quanto outros desenvolvedores da indústria. O caso agora segue para decisão judicial.
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