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Unreal Engine: como o motor da Epic Games dominou além dos games

  • Foto do escritor: Kodda
    Kodda
  • 3 de mar.
  • 1 min de leitura


A Unreal Engine consolidou sua posição como uma das ferramentas mais influentes da indústria tecnológica, expandindo seu alcance muito além dos jogos eletrônicos. Originalmente criada para o jogo Unreal de 1998, a plataforma da Epic Games transformou-se em um pilar para diversos setores criativos, desde transmissões jornalísticas até produções cinematográficas de alto orçamento.


Unreal Engine

Historicamente, estúdios de desenvolvimento criavam seus próprios motores gráficos, um processo caro e complexo. A decisão da Epic Games de licenciar sua tecnologia permitiu que empresas focassem na criatividade em vez da engenharia de base. Segundo dados da Sensor Tower, 28% dos jogos de PC lançados em 2024 utilizaram a Unreal Engine. Títulos de peso como Black Myth: Wukong e o próximo capítulo da franquia Tomb Raider, da Crystal Dynamics, escolheram o motor para otimizar tempo e recursos de treinamento.


O impacto da ferramenta na produção visual moderna é evidente em obras como a série The Mandalorian, do universo Star Wars, e no curta-metragem animado War is Over!, vencedor do Oscar. Além do entretenimento, a tecnologia é aplicada pela McLaren no design automotivo, em sistemas de navegação de veículos e em reconstruções de eventos para telejornais.


O modelo de negócios da Epic Games impulsiona essa adoção em massa: o uso é gratuito para projetos que faturam menos de 1 milhão de dólares. Acima disso, a taxa é de 5% sobre a receita ou um valor fixo por estação de trabalho. Para o futuro, a empresa planeja expandir a capacidade de mapas para até 300 km², suportar até 100 mil jogadores simultâneos e integrar inteligência artificial generativa para automatizar processos complexos de criação.


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