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"Tudo no jogo é feito por humanos": Diretor de Expedition 33 quebra o silêncio após polêmica com IA

  • Foto do escritor: Kodda
    Kodda
  • 30 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

Guillaume Broche, CEO da Sandfall Interactive e diretor de Clair Obscur: Expedition 33, decidiu esclarecer de uma vez por todas o uso de inteligência artificial no aclamado RPG francês. A declaração surge após o título perder os prêmios de "Jogo do Ano" e "Melhor Estreia" no The Indie Game Awards 2025, devido à descoberta de uma textura gerada por IA na versão de lançamento.




Em entrevista ao canal do YouTube Sushi, Broche garantiu que o jogo foi produzido inteiramente por talentos humanos desde as artes conceituais até a dublagem. O diretor explicou que a equipe chegou a testar ferramentas de

IA em 2022, mas a experiência foi negativa. "Nós não gostamos nem um pouco. Parecia errado", afirmou. Segundo ele, a textura polêmica era um "placeholder" (um arquivo temporário usado durante o desenvolvimento) que acabou passando despercebido pela revisão final e já foi removido via patch.


Apesar da punição severa sofrida na premiação indie, Broche reforça que a Sandfall Interactive aprendeu a lição. Para os próximos projetos, o estúdio baniu o uso de IA, mesmo em estágios iniciais. Com mais de 120 prêmios de GOTY acumulados em outras cerimônias globais, o diretor foca agora no futuro, reafirmando o compromisso com o trabalho artístico manual que tornou Expedition 33 um fenômeno visual em 2025.

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