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DLSS 5 da Nvidia gera revolta ao ser comparado a "filtro de beleza" por IA

  • Foto do escritor: Kodda
    Kodda
  • 17 de mar.
  • 1 min de leitura

A Nvidia apresentou oficialmente o DLSS 5 durante a GTC 2026, mas o que deveria ser um salto revolucionário em fidelidade visual acabou se tornando o centro de uma grande polêmica. A nova tecnologia utiliza renderização neural em tempo real para injetar iluminação e materiais fotorrealistas nos jogos, mas a demonstração inicial deixou os jogadores frustrados.


DLSS 5
DLSS 5
DLSS 5

O principal ponto de crítica é a "IA-ficação" do visual. No trailer de estreia, personagens de jogos como Resident Evil Requiem apareceram visivelmente alterados. Grace Ashcroft, por exemplo, teve lábios aumentados e maçãs do rosto mais definidas após a ativação do DLSS 5, o que levou a comunidade a apelidar a tecnologia de "filtro de beleza do Instagram". A reação foi imediata: o vídeo no YouTube acumulou quatro vezes mais dislikes do que likes (48 mil contra 11 mil).



Muitos fãs argumentam que o DLSS 5 desrespeita a intenção artística original dos desenvolvedores ao sobrescrever modelos 3D com padrões estéticos de IA. Em resposta, a Nvidia e estúdios parceiros como a Bethesda afirmaram que os desenvolvedores terão controle total sobre os efeitos para manter a estética única de cada jogo, e que a tecnologia será totalmente opcional para os jogadores.



O DLSS 5 está previsto para ser lançado no outono de 2026 (primavera no Brasil), focado inicialmente na nova linha de GPUs RTX 50. Entre os primeiros títulos confirmados com suporte estão Resident Evil Requiem, Starfield, The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered, Assassin’s Creed Shadows e Hogwarts Legacy.


DLSS 5

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