Capcom define limites para o uso de IA generativa em Resident Evil Requiem e Pragmata*
- Kodda

- 26 de mar.
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A Capcom esclareceu sua postura oficial sobre o uso de inteligência artificial generativa após preocupações internas e externas surgirem durante a apresentação do DLSS 5, que contou com imagens de Resident Evil Requiem. Em um comunicado recente aos investidores, a gigante japonesa garantiu que não pretende substituir a criatividade humana por conteúdos puramente gerados por IA em seus jogos.



A estratégia da empresa é clara: a tecnologia será utilizada estritamente como uma ferramenta auxiliar para otimizar processos internos de produção. Isso significa que a IA deve ajudar na eficiência da programação, na renderização de áudio e no processamento gráfico, mas o design de personagens, roteiros e a direção artística continuarão sob o controle total dos desenvolvedores.
Recentemente, a Capcom já havia testado protótipos em parceria com a Google Cloud para acelerar a fase de conceituação de mundos e mecânicas, gerando ideias que servem de base para o trabalho humano. A decisão de manter a IA "nos bastidores" surge em um momento delicado, especialmente após as críticas ao DLSS 5 da Nvidia, onde jogadores apontaram que a tecnologia estava criando uma estética "plástica" e artificial que descaracterizava o estilo visual original das obras.
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