Além de Fallout e The Elder Scrolls: Nova estratégia do Xbox revela o futuro da Bethesda
- Kodda

- 7 de jul.
- 2 min de leitura
A histórica reestruturação do Xbox comandada pela nova CEO, Asha Sharma, trará reflexos profundos além dos desligamentos e da separação de estúdios. O plano estratégico redesenhou as prioridades de investimento da marca e definiu quais franquias da Bethesda Softworks receberão atenção total nos próximos anos. Ao contrário do que muitos previam, o foco não ficará restrito a novos capítulos de Fallout e The Elder Scrolls.

Segundo informações compartilhadas pelo jornalista Jason Schreier, o ecossistema da Bethesda continuará apostando fortemente no desenvolvimento de outras propriedades intelectuais de peso, garantindo a continuidade de Wolfenstein (MachineGames), Doom e Quake (id Software).

Essa definição estratégica ajuda a mapear os próximos passos dessas marcas no mercado. Doom: The Dark Ages recebeu uma grande expansão de história intitulada Revelations, consolidando a força recente da franquia de tiro. No caso de Quake, embora a marca tenha completado 30 anos com homenagens recentes, novos projetos ainda não despontam no horizonte. A grande surpresa envolve a MachineGames: após anos focada em Indiana Jones e o Grande Círculo, a desenvolvedora teria iniciado a produção de Wolfenstein 3. A expectativa interna é alinhar o lançamento do game à produção de uma série de TV em live-action produzida pela Amazon, repetindo o modelo transmídia de sucesso que funcionou com Fallout.

As mudanças, contudo, cobram seu preço na estrutura interna. Embora estúdios consolidados como a id Software e a ZeniMax Online Studios (responsável por The Elder Scrolls Online) estejam com suas permanências garantidas e livres do risco de fechamento, ambas as equipes enfrentarão cortes significativos de pessoal. As medidas fazem parte do plano de demissão de 3.200 funcionários do Xbox ao longo do atual ano fiscal, afetando cerca de 20% da força de trabalho da divisão de jogos da Microsoft.




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